terça-feira, 6 de agosto de 2013

Livre pensar III

"sentindo o gosto de finitude e banalidade na boca" esse gosto nunca desaparece é permanente em nosso organismo, às vezes gostaria de apagar minha memória e recomeçar de novo, outras vezes quero apenas andar, andar sem parar, na verdade só parar num lugar distante e despovoado do mundo e lá por a conversar com o silêncio eternamente, é uma questão de colocar as coisas em seus devidos lugares.

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