quarta-feira, 17 de abril de 2013

Meu pai como escopo do meu ser I



A uma carência de afeto entre eu e meu pai que nos torna tão filho e tão pai. Independente da ausência às vezes demasiado longa ou da presença silenciada por gestos tímidos e pelo respeito burocrático de amar. Um ser tão mais ser e preponderante para urgência da minha necessidade de viver. Um ser que apesar do sofrimento possui uma altivez invejável e solida. Um ser dominado pela força do conhecimento e pela verdade incalculável. Um ser em busca de si mesmo ao qual me espelho.

Meu pai como escopo do meu ser

Não ouso beber se quer um copo de cerveja na frente de meu pai, não por medo ou por vergonha, mas por respeito a educação que ele me forneceu moldada no conceito do não álcool.

Dois pares de sapatos



Precisamos de dois pares de sapatos, é isso mesmo precisamos de dois pares de sapatos um par para calçar os pés e o outro para calçar os sentidos. Precisamos fazer caminhar ao nosso lado os sentidos, precisamos exercitar os sentidos, é fundamental de mais o exercício a boa percepção.