sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Tempo camuflado de ontem




Lá fora hoje é um dia frio
O tempo anda tão frio ultimamente
Sei lá um tempo tão mentiroso, falso ao extremo
Já não é mais a hegemonia do improvável,
agora tudo tem seu conteúdo escancarado apressadamente.
O provável não se discute mais sob dúvidas e anseios.
A um clima de insegurança no ar, a um muro de balburdia
Se formando entre as nações, os bárbaros estão próximos do retorno.
A violência, a desordem, o desrespeito isso tudo são sintomas
De uma guerra recém iniciada de inversão de valores,
Estamos novamente tomando o rumo errado e a história se fará
A mesma sob sangue e ossos.
A terra treme, o homem com seu caráter e impulsão para guerra não muda.
As novas tabuas que Nietzsche mencionara não vieram ou ainda não funcionam.
Os velhos trovões dos instintos continuam assombrando a maioria.
O sagrado é uma vergonha e a fé uma flor em fim de primavera.

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