sexta-feira, 22 de abril de 2011

Em braços de gigante


Meu instinto me diz que devo fugir constantemente
Dos homens que falam sem noção.
Pensamentos gotejam novidades rebuscadas ao longo
Do tempo que me faz retirante de um passado e
Presente indigno de novas auroras.

Entre o sistema inesgotável de mascara abastecido
Pelo poder do capitalismo. Uma grande maioria
Conforma-se é a grande maioria sustentada por batinas
E velhas leis mastigadas há milênios, causando danos
Físicos e morais. Sois tolos demais para acreditares
Nas páginas empoeiradas pelo pó da mais-valia.

É preciso algo bem mais concreto para explicar
A complexibilidade de todo universo. Além do
Universo dentro da gente que é inexplicável
Dentro da lógica do crer e não crer. São cobaias
De uma doutrina paralitica sem lógica é preciso
A lógica para fazer de qualquer doutrina infalível.

Meus instintos me dizem que a luz em algum lugar
E que o caminho é cansativo, mas é digno de água
Doce quando se alcança o que até o momento era
Considerado inalcançável, merece até um descanso
Quando se ultrapassa os limites dos pensamentos
Para se chegar aonde nunca ninguém jamais sentiu
O prazer de estar. Nos braços do gigante adormecido
Em verdades.

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